quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Telemóvel-less

seriously my phone is broken!!! ugh.. and this is the only way i can tell my boyfriend





Estou há uma semana sem telefone, por causa da minha saga com as operadoras de televisão e etc e tal.
É estranho só poder trocar mensagens escritas com duas ou três pessoas, e só porque têm um telemóvel igual ao meu, senão nem isso...
É estranhamente libertador não estar sempre a olhar para o ecrã a ver se alguém me ligou, se recebi mensagens, se isto se aquilo. Mas faz-me falta falar, tagarelar e contar cusquices!
Na última semana questionei-me muitas vezes como é que algum dia consegui viver sem telemóvel, mas entretanto lembrei-me da paz, da liberdade de não estar sempre contactável e tive vontade de desligar toda a internet e ficar só com os meus livros, com a paz e o sossego.
É virtualmente impossível.
Construímos uma rede de comunicações de tal forma intrincada que já não há nada que se possa fazer sem internet. E bem sei que o meu isolamento idílico livre da www e de qualquer conectividade duraria no máximo dois dias! A seguir passava-me (ainda mais) dos carretos!


A ver quando o telemóvel volta!
Ontem já era tarde!

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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Era só isto!

Pretend you are at the Beach.. just close your eyes and let your sense experience everything.. remember to breathe.





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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Pumbas, embrulha!






Bem, isto tem sido cá uma cegada com as operadoras de televisão e etc e tal, que nem vos digo nem vos conto.

Quando me telefonaram da NOS a propor um pacote de serviços por menos 30€ do que estava a pagar na MEO, fiz contas à vida e achei que 30€ por mês dá algum dinheiro ao fim do ano e que valia a pena mudar. Os serviços eram os mesmos, ou muito semelhantes, por isso decidi logo aceitar e como sou gaja que só deixa para amanhã o que pode fazer hoje quando se trata de trabalho, agendei logo uma instalação, a portabilidade dos telemóveis e do fixo e sei lá eu mais o quê...
E eles foram rápidos na instalação.
Pois...

Recebi entretanto um telefonema da MEO a informar-me que ainda estamos dentro do período de fidelização, por isso para deitar o serviço abaixo tenho de pagar um balúrdio.
Desbloquear os telemóveis (que, para serem menos caros, foram comprados bloqueados nesta rede) era uma carga de trabalhos com valores "oficiais" absolutamente proibitivos.
O serviço de net da NOS também é uma bela merda, como se verificou nos dois dias em que tentámos usufruir dele... Já tínhamos sido clientes deles há uns anos e os problemas com a net eram os mesmos. Enfim, só aprendo à segunda...

Decidimos anular este últimos contrato, porque ainda estamos nos 14 dias de período de reflexão em que podemos desistir sem ter de pagar mensalidades, MAS... arriscamo-nos agora a ter de pagar a instalação e a deslocação dos técnicos e sei lá mais que porra! Pelo que me disseram, é qualquer coisa à roda dos 150€!! Cento e cinquenta euros! Assim, Zás! Que é para não te armares em esperta e não seres precipitada!
150€

Ainda não estou em mim...

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sábado, 7 de fevereiro de 2015

Simas



O Simas já estava doentinho.
Há três meses pensámos que o perdíamos e quando o trouxemos para casa foi como se tudo tivesse ficado resolvido. Agora sabemos que foram três meses de bónus, para o enchermos de (mais) mimo, de festinhas e beijinhos.
Ele estava com saudades da Kika e gosto de pensar que agora estão os dois enroscadinhos um no outro como costumavam fazer ali no sofá.
É mesmo assim.
Tivemos, temos, tanta sorte com os bichinhos que nos calharam em rifa!

É isso que fica.

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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Ó pra mim a fingir que percebo de cenas de nutrição! - 1

seconds, please: resisting food policing over the holidays | you're welcome.




Sempre me debati com aquele pneuzinho chato na barriga. Desde que tenho consciência corporal que me sentia um pouco envergonhada com o facto de não ter uma barriguinha lisa. É verdade que também nunca deixei de comer tudo o que me apetecia, principalmente doces e pão, por isso também não estava à espera de milagres.
Mas depois tive uma epifania - mais ou menos!
Como amante confessa de pão e tudo quanto é hidrato, comecei a notar que sempre que substituía o pão branco por outro tipo de pão - de sementes, de centeio, rústico ou de soja - a barriga desinchava. O estômago então, desaparecia por completo e ficava só o belo do pneuzinho!
Nada mau.
Quase um ano e muitas experiências depois, confirma-se: o pão branco não é para mim.

E esta descoberta está ali taco-a-taco com a invenção da roda!
Só para terem uma ideia!

Não têm de quê!

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sábado, 31 de janeiro de 2015

Fim do mês, início do ano!


Janeiro não começou como nós queríamos.
Logo nos primeiros dias, perdemos a Kika e ficámos com o coração um pouco mais vazio.
A seguir foram quase três semanas de gripes e maleitas várias, com direito a ecografias, análises e etc e tal.
Andei a falar com várias amigas e dizia sempre: Não vejo hora de este mês acabar; Só quero que este mês chegue a fim; Raios partam janeiro...

Coitado do janeiro. Tanto lhe rezei no couro que decidiu despedir-se com alguns raios de sol - literalmente!
A saber:
Já consigo ver as fotos e vídeos da Kika com um sorriso nos lábios em vez de lágrimas nos olhos, o que é maravilhoso, porque ela foi uma gatinha alegre e querida e não merecia ser recordada com tristeza.
A ecografia e as análises estavam bem, tenho um sanguinho que é um espetáculo de bom, só lhe falta ser azul!
Tenho um cliente novo, com bons projetos e novos desafios.

E temos um piolho novo cá em casa! Chama-se Pipo (porque é tão gordinho, tem uma barriguita tão redondinha que mais parece um pipo!), é todo preto como o Simas e chegou até nós depois de alguém não ter querido ficar com ele, porque ainda há quem ache que gatos pretos dão azar! Sorte a nossa, porque ele é a coisa mais fofa, tem pilhas que nunca mais acabam, um apetite voraz e a mania que intimida o Simas com os rosnados que lhe dirige! A sério, uma bolinha de quilo e meio a bufar a um senhor gato com o dobro do peso e do tamanho, é muito bom!
Já tenho alguns arranhões nas mãos e hoje subiu-me pelas pernas das calças e pela camisola até ao ombro, para me cheirar a tosta mista do pequeno-almoço!
Que saudades desta energia de gatito!


Ahh, deixa-me tirar o saco do lixo e fazer aqui uma sorninha! 



O Simas é um amor, olhou para o pequenito com curiosidade, mas reagiu muito bem, cheirou-o, olhou para mim com cara de Mas quem é este?! e a seguir enroscou-se a dormir!




Humm, ele é tão grande, mas a manta dele é tão quentinha... antes que me dê uma pantufada, deixa-me rosnar-lhe, para ver se ele tem medo de mim! 



Adeus, janeiro, não vou ter muitas saudades tuas, mas ainda assim, obrigada!

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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

What if?


I spend a lot of time worrying about the bad things that could happen instead of thinking about the great things that could!





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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Não se zanguem comigo


A propósito do exame aos professores:

Os meus primeiros cinco anos de universidade foram passados num curso de ensino. Estava a tentar ser professora de inglês e alemão quando a coisa me começou a cheirar a esturro e decidi mudar para Línguas Estrangeiras Aplicadas, sempre de bússola apontada para a tradução, que já na altura me deixava com borboletas na barriga.
Tenho por isso muitos amigos que concluíram o curso de ensino e que são hoje professores.
Sinto sempre um grande respeito por quem ensina, porque sei como é difícil, e por quem consegue fazer aquilo que eu não consigo!
Mas, e que me perdoem os meus amigos e os excelentes professores que me foram passando pela frente, não acho admissível que as pessoas que ensinam as crianças e jovens das nossas escolas escrevam com erros ortográficos.
Parece-me perfeitamente justificável que um professor de línguas não entenda de estatística, ou que um professor de física e química não entenda de linguística, mas erros ortográficos na língua materna? Não encontro justificação.

Não estou aqui a discorrer sobre as estratégias e planos do ministério, que desconheço por completo, nem sobre a sua justiça ou falta dela, mas parece-me uma simples contradição de princípios um professor dar erros básicos.

E é preciso fazer alguma coisa.

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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Peter May - A Casa Negra - Ou o calorzinho bom que esta profissão me dá!








A constatação de que o nosso trabalho chega aos leitores e é entendido, apreciado e elogiado é absolutamente impagável!

Já disse várias vezes que este foi dos livros que mais me atormentou, mas que mais prazer me deu a traduzir, por ser completo, profundo, difícil.

E embora não seja uma história minha, a versão que chega aos leitores portugueses tem um bocadinho de mim; fico inchada de orgulho!


MENINA_DOS_POLICIAIS: Peter May - A Casa Negra [Opinião]





Assim vale a pena!



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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Matemática!

It's okay if you don't want to be a scientist or an engineer.  Not everyone was born to do that.





Julgo que já não é novidade que costumo ter insónias. Assim daquelas feias de ficar acordada a contar todos os animais da quinta até às 6 da manhã.
Pois ontem descobri um excelente soporífero!
Não se trata de um medicamento milagroso, mas o efeito que teve em mim foi de tamanho tédio e incompreensão que só me apetecia dormir!
Apresento-vos a: Matemática!
Que me perdoem os matemáticos, tenho uma amiga que é professora de matemática e respeito-a imenso por isso (olá Sheilinha!), mas meus senhores, números imaginários, frações e a fórmula resolvente são do melhor que há para dar sono a uma rapariga de letras como eu!
A pergunta que sempre fiz em matemática e que quase sempre ficou sem resposta é: Porquê? Ontem fi-la em vários pontos da conversa e, justiça lhe seja feita, o Nuno explica-me muita coisa, mas os porquês da matemática são como os caminhos do Senhor: imperscrutáveis!
Fiquei a saber, porém, que nenhum número ao quadrado dá um número negativo - a não ser o i, que para todos os efeitos é uma letra!!
E que a fórmula resolvente é assim porque é, porque resolve!

Acho isto um mundo fascinante, mas não retive muito mais, que já não podia de sono!!
Um dia falo-vos de fonética e sintaxe, para ver quem fica com vontade de dormir enquanto eu tagarelo toda contente sobre ditongos e orações!

:)

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terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Frio por dentro e por fora

winter




Acho que nunca tive um janeiro tão difícil, tão adoentado e tão tristinho.
Ando com o sistema imunitário tão em baixo que no fim da choradeira da primeira semana, da gripe da segunda e da amigdalite do último fim de semana, me apareceu agora um magnífico herpes para rematar a coisa.
Pelo menos espero que seja para rematar.
Até estou com medo do resto do mês.

Quero trabalhar e por um motivo ou por outro não consigo fazê-lo ao ritmo habitual, por isso as coisas arrastam-se.
Quero ver fotografias e vídeos da Kika e fico com o coração tão apertadinho, tenho tantas saudades dela que é melhor nem ver nada.
Mimo o Simas até mais não, com medo que um dia destes me morra sem lhe ter dado todo o mimo que podia. Até o deixo vir para o meu colo quando estou a trabalhar, coisa que antes não permitia.

E não deixo de tossir, de espirrar, de ter uma dor aqui e outra ali, por isso tenho de me proteger das diferenças de temperatura, dos ambientes saturados e dos potenciais focos de infeção, de modos que ginásio, nem vê-lo - vou à quinta fazer anti-gravity e a medo.

Acho que deve ser obra de uma bruxa qualquer que me lançou um olho gordo. Pronto, já chega, tá?

Estou farta disto tudo, mesmo farta.
Sinto-me chata, rezingona e (mais) impaciente.
Tenho frio por dentro e por fora.
Não vejo meio de este mês, de este inverno acabar.

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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Me, myself and I

People think that people who talk to themselves are strange. Sometimes conversing with someone who understands you is better than conversing with people who don't.





Ultimamente tenho pensado muito para com os meus botões.
Sou uma pessoa de pessoas, gosto de gente, gosto de conversar, de conviver, mas também gosto muito de estar na minha bolha, na minha cabeça, sem ter de exteriorizar nada nem coisa nenhuma.
E quanto mais difíceis são os tempos, mais gosto de estar comigo, de pensar sozinha e de estar sossegadinha no meu canto.
Sempre assumi ser um pouco bicho do mato, na igual medida em que sou extrovertida, e acho que é aí que reside o meu equilíbrio.
Não gosto de me sentir obrigada a falar, a contar, a explicar a explanar, embora haja alturas em que sinto necessidade de o fazer.
Sei que pode parecer egoísmo, mas apetece-me estar fechada para o mundo, para as iniciativas, para as partilhas. Redes sociais incluídas. Quero estar fechada na minha redoma, perdida nos meus pensamentos.
Até para trabalhar decentemente preciso desta reclusão.

Eu nunca disse que era perfeita.

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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Somos só três



Há 13 anos que cá em casa éramos quatro. Não quatro pessoas, mas quatro corações a bater. O rácio entre felinos e humanos estava equilibradíssimo.
Hoje somos só três.
A Kika deixou-me para ser a menina da casa e deve estar a esta hora no paraíso dos gatinhos, a saltitar entre biscoitos e a brincar com ratinhos brancos e felpudos, como ela.
Foi a mais fofa das gatinhas e vou ter umas saudades gigantescas dela.

E não consigo escrever mais nada.

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quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Devagar, devagar, um dia chego lá!

via | rose tea in paris





Porque não me apetece fazer balanços, digo apenas que estou a começar a perceber que as minhas resoluções de Ano Novo, os tímidos objetivos que traço, não são afinal anuais, mas trabalhos de uma vida inteira.
Posso aprender a gostar de manga em menos de dois meses, é só uma questão de educação gustativa. Mas quando se trata de refinar, melhorar ou mudar o que está aqui no centrinho de tudo, aquilo que me tem definido, que me tem irritado, massacrado e tirado o sono, bem... isso é coisa para demorar mais do que 12 minúsculos meses.  
Sendo assim, este ano não há balanços, não há intenções ou objetivos. Sei o que precisa de ser melhor, o que devia mudar, sei por onde ir e o que fazer; não depende de um calendário, não depende de um copo de champanhe e de 12 passas; tanto posso decidir hoje como no dia 31 de janeiro ou no 18 de abril, o caminho está à minha frente em qualquer dia do ano, só tenho de o seguir.

Dou por mim a desejar ter saúde e trabalho. Para mim e para os meus.
Saúde.
Trabalho.

E que o Amor continue a ser a coisa mais importante da minha vida.



Bom Ano Novo, people do bem!

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terça-feira, 23 de dezembro de 2014

A ver se resulta!

So cute!!
(Sim, fui ao Pinterest procurar uma foto de "cute animal/sepectacles"!
Há-de haver cura para isto.)


Este ano vou passar o Natal aos meus pais. Estou super contente e entusiasmada!
Mas vou levar os óculos de trabalhar, que normalmente não uso na rua, porque pode ser que ajudem a disfarçar as olheiras e os papos gigantescos que para aqui tenho debaixo dos olhos.
Sempre poupo a minha mãe ao sensível comentário do costume:
- Ai Ana, tás cá com umas olheiras!
Eu sei que não é por mal, mas chateia-me. Mesmo.
Já disse muitas vezes, a minha mãe é a coisa mais querida, mas às vezes estas sensibilidades passam-lhe um bocadinho ao lado.
E desta vez não me apetece revirar os olhos, responder torto, ou ignorar.

Afinal é Natal!

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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Love, love, love!

Even from just the sound of your voice on the phone in the morning or late at night......you rock my world Eva.




Por muitos motivos, mas principalmente porque gostávamos um do outro e queríamos muito estar juntos, faz hoje 15 anos que nos casámos. Com direito a igreja (Basílica, na verdade), Monsenhor, sermão loooongo e tudo o resto.
Foi uma celebração que não era só para nós, por isso as minhas convicções religiosas (ou a falta delas) não foram para ali chamadas. Foi um dia bonito, frio, rodeado de gente querida com quem não tive tempo de falar como queria.
O bolo era maravilhoso, mas as toalhas das mesas eram amarelas - o horror, a tragédia - logo comigo que não gosto de amarelo, logo naquele dia! Não estragou nem um pouco a minha disposição, valores mais altos se levantavam, mas o impacto visual não foi o que esperei - tinha escolhido toalhas verdes, claro!
O meu vestido era giro - vestido de inverno, com mangas compridas e um casaco como o da Cinderela, desenhado por mim, feito pela minha mãe - mas o cabelo estava horroroso! Da maquilhagem nem se fala! Adiante!

Entretanto passaram estes anos todos e confesso que apesar de não valorizar particularmente o simbolismo da coisa, nunca deixamos passar em branco. Quando conseguimos, não trabalhamos, vamos passear, ver o mar, vamos à serra, e todos os anos - mas todos mesmo - vamos jantar ao mesmo sítio, comer a mesma coisa!

Já lá vão 15 anos, com mais seis antes destes, portanto uns jeitosos 21 no total, e durante este tempo não conheci nem vi ninguém que quisesse ao meu lado em vez do Nuno.
Ainda hoje não conheço ninguém melhor do que ele, e tenho uma sorte dos diabos por poder partilhar os meus dias com um miúdo tão fantástico!
Divirto-me tanto com ele, rio tanto, adoro a paz que temos.
Venham mais 15, venham mais 21, venham mais 50!

Já nem me lembro da minha vida antes de o amar!
E assim é que está bem.



Um dia ponho-me a esmiuçar esta tragédia que é já terem passado 21 anos desde que nos conhecemos... 21 oi?! Mas como, quando? Para onde foi o tempo?!! Nem o vi passar!

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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Cuidado!!


Acho que ninguém tem uma vida onde só existam dias coloridos como o arco-íris, onde só se ouvem os passarinhos a cantar e os sinos da igreja da aldeia a repicar.
Às vezes os dias são cinzentos e os únicos sons que se ouvem são as buzinas dos carros e o cão do vizinho a ladrar (ou o próprio vizinho!).

É por isso que gosto de me rodear de gente alegre, bem disposta de bem com a vida; com muito mimo, gargalhadas e abraços para dar.
É por isso que mesmo que esteja mal, mal, para lá de Bagdade, não perco as aulas de Zumba à terça à noite. Divirto-me como nunca (bem, tanto quanto à sexta às cinco, mas a terça à noite tem outro sabor), danço, canto - muito mal, já sei - e dou e recebo mimo, abracinhos e sorrisos com fartura.
Gosto da vibração que a sala tem quando se juntam pessoas com um único propósito: passar uma hora boa, num ritmo só nosso, sem as chatices da vida quotidiana.

E como já disse antes, encontrei nestas aulas verdadeiras pérolas em forma de gente, amigas  a quem quero bem, que me aquecem o coração e me fazem sentir querida também!
Preciso de alegria como de ar.

E a alegria é contagiosa! Cuidado!!

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sábado, 13 de dezembro de 2014

Faltam 11 dias... Espera lá, 11 dias?!!

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Cá em casa adoramos o Natal.
Eu sempre gostei, mas desde que estou com o Nuno, há meia vida, portanto, gosto ainda mais, porque sabe muito melhor fazer e celebrar estas coisas a dois. Fazemos a árvore, ou a pinheira, como se diz na minha terra, decoramos a casa, fazemos (mais) bolachas e começamos a afiar o dente para o bacalhau que, não sei bem porquê mas na noite de Natal tem um sabor diferente.

Este ano estou um bocadinho afogada em trabalho e espero acabar tudo o que tenho para acabar antes do Natal. Estou a começar a ficar exausta e ainda tenho um bom trecho do caminho pela frente.
Por isso, por um lado desejo que o Natal chegue rápido, por todos os motivos e mais um; por outro, quem me dera que ainda faltassem dois meses, para poder trabalhar devagar e dar descanso aos ombros.

A verdade é que não vi este ano passar.
E tenho a sensação que ando a dizer isto já de há uns anos para cá!
Sem me considerar de todo velha, nem pensar exageradamente na morte, isto fez sentido:





Lido num livro maravilhoso, que se chama O Homem de Lewis, do Peter May e que vai sair em breve, tradução aqui da Aninhas!

E para o livro sair, adivinhem?!
Vou trabalhar!

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