quinta-feira

E Cumpriu-se a Tradição!


Jantar para lá de bom!
Não havia pataniscas, mas o resto estava tudo lá. Boa conversa, boa comida, boas gargalhadas, boa gente!
Até um copo partimos, para dar sorte!! (Sorry, Augusto!!)
E como também já é tradição, depois de uma noite de vinho fresco, gargalhadas e sonoras palavras, estou com a garganta feita num oito.
Sou capaz de jurar que em vez de amígdalas, tenho duas ameixas atravessadas na garganta!
Hmm...
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terça-feira

These Past Few Days...



Perfeitos, simplesmente perfeitos.
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quinta-feira

Would You Shut The Fuck Up?!

São estes ouvidinhos que gosto de poupar...



Eu posso (ainda) não ser perfeita, embora os que melhor me conhecem sejam os primeiros a concordar comigo quando digo que ando lá perto!
Dos dois ou três defeitos que me assistem, um deles prende-se com uma certa impossibilidade técnica... ao nível dos ouvidos e da psique.

Por exemplo, ainda agora estava ali na cozinha a fazer o lanche (panquecas com mel, para os mais curiosos - e porquê panquecas com mel? Porque eu sou como as senhoras da L'oreal: porque eu mereço!), mas como estava a dizer, ao preparar o lanche, liguei o rádio.

Estava a dar João Pedro Pais. "Ninguém é de ninguém", trá-la-la...
Mau, pensei, a coisa não está a começar bem. Mas dei uma oportunidade ao moço, afinal nem é das piores músicas. Mas, eis senão quando me preparava para esfaquear as panquecas, começa a palrar (sim, que aquilo não é cantar) a Susana Félix...

Oh diabo!
Isso é que não, que os meus ouvidos não aguentam.

Não sou capaz. Acontece o mesmo com a Mafalda Veiga (safa-se a canção com o Tiago Bettencourt, mas é por causa dele, que adoro!), com o Rui Veloso e - que o diabo seja cego, surdo e mudo - com o André Sardet, esse sim, o meu ódio musical de estimação.

Não suporto, fico com urticária, com um certo refluxo gástrico, ranjo os dentes, estremeço como se fosse atravessada por uma corrente de frio vinda da Islândia, juro até que se me rebentam umas bolhinhas pelo corpo todo...

A solução?!
Desligar o rádio e comer as panquecas em silêncio...

Ahh, o silêncio!


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quarta-feira

Oh Yes!!


Giro, giro é quando o calendário já está cheinho e aparece mais um!

Adoro este trabalho!

;)


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sábado

Senhores do Discovery Channel... Contratem Pessoal Competente!


Ontem, num programa sobre as descobertas e empreitadas marítimas dos povos nórdicos:
[...] was an old sea dog.[...]
Legenda: "Era um velho cão salgado."
E quem estava a falar? Um professor da Universidade Estadual do Ohio.
Eu conheço tantos (bons) tradutores que estão sem trabalho...
É triste.
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quarta-feira

Porque Ajudar Não Custa

Imagem retirada da Net


Ultimamente tenho andado a sentir que preciso de fazer mais, de contribuir para uma sociedade melhor, mais justa, mais saudável, mais bonita.
Quando olho para a minha vida, sinto que tenho tudo para ser feliz. Tenho saúde, amor, amigos, trabalho e conforto. Mas há quem não tenha uma ou várias destas coisas.
Ainda não descobri exactamente o que quero/posso fazer, mas entretanto deixo um apelo que me pediram para divulgar.




Nem toda a gente pode ser dador de medula, mas quem puder só por preguiça e egoísmo não tentará ajudar a salvar vidas.

Assim de repente, não estou a ver acto mais nobre do que dar um pedacinho de nós para ajudar outros.


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quinta-feira

Devias Saber Melhor


Imagem tirada da Net



Eu adoro ler.
E nem sequer posso dizer que seja por defeito profissional, porque uma das recordações mais vívidas que tenho daqueles deliciosos Verões de infância e adolescência (os tais que duravam efectivamente três meses!) é a de ouvir a minha mãe a ralhar comigo porque não era possível que eu conseguisse passar o dia todo a ler, sem fazer mais nada, dia após dia, semana após semana. (A minha mãe é uma santa, mas nunca teve grande jeito para a pedagogia!)
Assim, não posso dizer que leio devido à minha profissão, mas antes que tenho esta profissão porque sempre li muito.

Gosto de ler originais.
Sei que contra mim falo, mas se puder ler um Ken Follet e um Paul Auster em inglês ou um García Marquez em castelhano, não prefiro uma tradução (que me desculpem os colegas tradutores!)

Gosto de ser eu a pesar as palavras, a construir as imagens a escolher o significado que mais me agrada - sim, porque as palavras não querem dizer o mesmo para toda a gente - e sinceramente, não há nada que me enerve mais que estar a ler um livro em português e saber exactamente como determinada frase ou expressão estava escrita na língua original.

Sei bem (de mais) que há problemas de tradução que são quase inultrapassáveis e que é preciso encontrar soluções, às vezes sabe-se lá onde; mas isso não explica nem desculpabiliza o decalque que por vezes se faz de uma língua para a outra. Para mim explica-se com a motivação, o profissionalismo e a preocupação do tradutor em encontrar soluções verdadeiras e não "desenrascansos" mais-ou-menos-porque-já-estou-farto-disto-e-não-arranjo-melhor.

Durante algum tempo, em que trabalhei a um ritmo absurdo, achei que tinha perdido o gosto pela leitura descontraída, lúdica. Não perdi. Tenho lido coisas boas com verdadeiro prazer.
Mas fico zangada, quando numa primeira página me deparo com um "Devias saber melhor", ou seja: You should know better.

Aposto o meu braço direito que era o que estava no original.


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