quinta-feira

Telemóvel-less

seriously my phone is broken!!! ugh.. and this is the only way i can tell my boyfriend





Estou há uma semana sem telefone, por causa da minha saga com as operadoras de televisão e etc e tal.
É estranho só poder trocar mensagens escritas com duas ou três pessoas, e só porque têm um telemóvel igual ao meu, senão nem isso...
É estranhamente libertador não estar sempre a olhar para o ecrã a ver se alguém me ligou, se recebi mensagens, se isto se aquilo. Mas faz-me falta falar, tagarelar e contar cusquices!
Na última semana questionei-me muitas vezes como é que algum dia consegui viver sem telemóvel, mas entretanto lembrei-me da paz, da liberdade de não estar sempre contactável e tive vontade de desligar toda a internet e ficar só com os meus livros, com a paz e o sossego.
É virtualmente impossível.
Construímos uma rede de comunicações de tal forma intrincada que já não há nada que se possa fazer sem internet. E bem sei que o meu isolamento idílico livre da www e de qualquer conectividade duraria no máximo dois dias! A seguir passava-me (ainda mais) dos carretos!


A ver quando o telemóvel volta!
Ontem já era tarde!

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sexta-feira

Era só isto!

Pretend you are at the Beach.. just close your eyes and let your sense experience everything.. remember to breathe.





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terça-feira

Pumbas, embrulha!






Bem, isto tem sido cá uma cegada com as operadoras de televisão e etc e tal, que nem vos digo nem vos conto.

Quando me telefonaram da NOS a propor um pacote de serviços por menos 30€ do que estava a pagar na MEO, fiz contas à vida e achei que 30€ por mês dá algum dinheiro ao fim do ano e que valia a pena mudar. Os serviços eram os mesmos, ou muito semelhantes, por isso decidi logo aceitar e como sou gaja que só deixa para amanhã o que pode fazer hoje quando se trata de trabalho, agendei logo uma instalação, a portabilidade dos telemóveis e do fixo e sei lá eu mais o quê...
E eles foram rápidos na instalação.
Pois...

Recebi entretanto um telefonema da MEO a informar-me que ainda estamos dentro do período de fidelização, por isso para deitar o serviço abaixo tenho de pagar um balúrdio.
Desbloquear os telemóveis (que, para serem menos caros, foram comprados bloqueados nesta rede) era uma carga de trabalhos com valores "oficiais" absolutamente proibitivos.
O serviço de net da NOS também é uma bela merda, como se verificou nos dois dias em que tentámos usufruir dele... Já tínhamos sido clientes deles há uns anos e os problemas com a net eram os mesmos. Enfim, só aprendo à segunda...

Decidimos anular este últimos contrato, porque ainda estamos nos 14 dias de período de reflexão em que podemos desistir sem ter de pagar mensalidades, MAS... arriscamo-nos agora a ter de pagar a instalação e a deslocação dos técnicos e sei lá mais que porra! Pelo que me disseram, é qualquer coisa à roda dos 150€!! Cento e cinquenta euros! Assim, Zás! Que é para não te armares em esperta e não seres precipitada!
150€

Ainda não estou em mim...

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sábado

Simas



O Simas já estava doentinho.
Há três meses pensámos que o perdíamos e quando o trouxemos para casa foi como se tudo tivesse ficado resolvido. Agora sabemos que foram três meses de bónus, para o enchermos de (mais) mimo, de festinhas e beijinhos.
Ele estava com saudades da Kika e gosto de pensar que agora estão os dois enroscadinhos um no outro como costumavam fazer ali no sofá.
É mesmo assim.
Tivemos, temos, tanta sorte com os bichinhos que nos calharam em rifa!

É isso que fica.

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quinta-feira

Ó pra mim a fingir que percebo de cenas de nutrição! - 1

seconds, please: resisting food policing over the holidays | you're welcome.




Sempre me debati com aquele pneuzinho chato na barriga. Desde que tenho consciência corporal que me sentia um pouco envergonhada com o facto de não ter uma barriguinha lisa. É verdade que também nunca deixei de comer tudo o que me apetecia, principalmente doces e pão, por isso também não estava à espera de milagres.
Mas depois tive uma epifania - mais ou menos!
Como amante confessa de pão e tudo quanto é hidrato, comecei a notar que sempre que substituía o pão branco por outro tipo de pão - de sementes, de centeio, rústico ou de soja - a barriga desinchava. O estômago então, desaparecia por completo e ficava só o belo do pneuzinho!
Nada mau.
Quase um ano e muitas experiências depois, confirma-se: o pão branco não é para mim.

E esta descoberta está ali taco-a-taco com a invenção da roda!
Só para terem uma ideia!

Não têm de quê!

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