quarta-feira

Disponibilizemo-nos para as coisas boas!

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Parece que às vezes a vida fica assim uns tempos em suspenso. 
Em piloto automático.
Mesmo que não pare de todo, instalamo-nos nos dias sempre da mesma forma, a fazer as mesmas tarefas, a pensar as mesmas coisas e a arrastarmo-nos por entre as obrigações, os medos, os desejos, sem vermos o que se pode estender mais à frente.
Já sei, já sei, a melhor forma de viver é estar presente no presente (passe o pleonasmo!), não ficar preso no passado nem ansiar pelo futuro, mas é importante olharmos em frente e vermos que há futuro, que há perspetivas. É importante olharmos para trás e percebermos que o que passou, passou; o que aconteceu aconteceu por algum motivo. É importante encontrar a paz em relação ao passado. Não há nada pior do que ficar-se preso no que já foi, sem se conseguir apreciar o presente nem vislumbrar um (bom) futuro.
É preciso garra, iniciativa e coragem para quebrar este círculo, para esquecer o que lá vai, quem lá vai, para acolher coisas novas, pessoas novas, para aceitar desafios novos e principalmente para mudarmos de onda, de forma de pensar.
Acredito muito que tudo na vida é uma questão de perspectiva e disponibilidade emocional. De mudanças. Mesmo quando a vida está boa, uma alteração ou outra pode trazer um novo fôlego, uma vontade renovada de fazer e viver.
Para mim, que gosto de mudanças e que resisto à cristalização, nada me dá tanto gosto nem me alarga tanto os horizontes como ter coisas novas para fazer, sítios novos onde ir, pessoas novas com quem interagir.
Gosto de desafios, de novidades, acolho-os de braços abertos. Também me assusto, também hesito, às vezes até resisto, mas nunca recuo. Nunca me acobardo.
Incluo muitas vezes a coragem, a determinação, a disponibilidade para a novidade nas minhas meditações, nas minhas declarações de intenção.
E tenho colhido os frutos.

Tudo é uma questão de disponibilidade emocional.
Quase tudo é exatamente como o pensamos. Como nos dispomos a pensar.


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